Compilando o que eu li essa semana e disponibilizei no meu feed público do Google Reader.
- O No lo puedo creer que lo hayan inventado publicou uma imagem de um pentagrama musical de algo que parece ter sido escrito pelo Barry White: fusas, semifusas e colcheias pegas no flagra do ato sexual. Uma visão diferente do óbvio.
- O Freelance Switch está com um tutorial sobre como passar a viver de frila. Como o Mauro Amaral, do Carreirasolo.org. Estou lendo, e tentando aplicar as regras, porque eu preciso encontrar outro caminho em 2008. Ainda não decidi completamente entre viver de projetos freelances, tentar entrar numa agência online pequena ou me jogar numa grande multinacional da propaganda. Estou tentando transformar este blog em algo legal, mas ainda falta organizar a cara dele (meus talentos de diretor de arte são quase os mesmos para jogar futebol: nulos).
- Um dos meus planos em 2008 é brincar muito mais com celular. Então, quando vi esta ação da Absolut, pirei o cabeção e baixei o jogo. É um banco de dados de drinks com ou sem vodca, além de um programinha que te ensina a fazer bebidas com o que você tenha em casa. Meio nerd, meio vodca, totalmente encaixado com o meu perfil.
- O Microsiervos posta uma notícia sobre Nirewiki, uma plataforma que permite a qualquer pessoa criar um wiki sobre qualquer assunto. Do mesmo jeito que o ning.com faz com redes sociais. Bacana, não?
- Praise the Lord. Crie o seu próprio Monstro de Espagueti Voador.
- Não sou tão velho como o InterNey, mas lembro de usar IRC em 95 e saber quase todas essas gírias. Bacana. Já existe saudosismo dos anos 90. Lembro daquela época em que dava pra salvar toda a minha vida num disquete (aquele famigerado que parou de funcionar com a minha megalópole do SimCity dentro, e que destruiu meu sonho de ser criador de mundos, que virávamos madrugada conversando besteira (ei, eu ainda faço isso), e que 20 megas era coisa pra caramba. Outro dia, vi a página da Openline.com.br de 96, que anunciava, com orgulho, ter um link de 256 kbps com a Embratel, sendo o provedor mais rápido da Paraíba. Ê tempos bizarros aqueles.
- Te dou um dado? criando temdensia e o uber-cool termo Dona Florinda-pride.
- Foto wtf” da semana: Muito burra para roubar, muito feia para se prostituir.
- Um comercial da Euro feito com imagens recicladas. Mas reciclar idéia é tudo nessa vida. E lá vou eu voltar a falar em mitologia, reciclagem de histórias e tal. Jornada do Herói, anyone?
- A promoção da Kibon com o iPod é genial, e eu acho que já comentei aqui. O Merigo, do Brainstorm #9 recebeu uma imagem e publicou como é. Bom saber que tem gente fazendo coisa legal por aí.
- 8 hiring trends of 2008. Meu pessimismo está triste, mas eu bem queria saber onde estão contratando gente via internet com contratos mais flexíveis, mesmo que me obriguem a morrer de trabalhar.
- O Rafael Ziggy juntou os 10 virais mais falados no Brasil de 2007. Comparto o otimismo dele e acho que uma lista dessas no próximo ano vai ser ainda mais foda.
- Um raciocínio muito bem aplicado do Ouroboros: se a Al-Qaeda usa virais e comunicação fucktheline e consegue ser escutada em todo o mundo, por que uma empresa pequena não? E antes que alguém fique chateado, lembre-se que“ guerrilha também significa pegar em armas e enfrentar e matar inimigos.
- “O consumidor não é burro, é a sua mãe.” – David Ogilvy. O Seth Godin fala mais dessa mania feia dos marqueteiros, e principalmente, dos clientes: tratar as pessoas como burras. É verdade que uma multidão é o bicho mais idiota que existe, e que as decisões são piores em proporção à quantidade de gente que às toma, mas as pessoas querem ser tratadas como inteligentes. Aqui na Espanha, sofro muito isso, escuto muita gente falando que ninguém vai entender (vindo, principalmente, de pessoas com QI de abelha), e talvez por isso seja tão comum ver comerciais idiotas e/ou feitos para pessoas que são incapazes de amarrar os próprios cadarços.
- Outro post do Freelance Switch sobre como começar a carreira de frila. Estou realmente levando esta idéia a sério. Inclusive a parte de fazer marketing de mim mesmo. Ou então continuar trabalhando em empregos insuportáveis e idiotas.
- Coloco o link, mas depois eu comento sobre este post que trata de como evitar a procrastinação. Ou nunca, sei lá.
- Eu sinto que falho toda vez que escrevo algo e não escuto nada em troca: comentários, elogios, críticas ou xingamentos. O Copyblogger defende que o bom texto é um diálogo, uma via de mão dupla que permite que duas mentes conectem. Uma das coisas mais bacanas lá da minha última viagem ao Brasil foi ouvir gente falando sobre o Elas e outras histórias, o livro que eu escrevi em 2007. É o que permite entender que foi lido, e serviu pra algo.
- Assunto interessante no Seth Godin: é melhor prometer menos do que se vai oferecer, do que oferecer o melhor produto do mundo. É a única maneira de que a sua publicidade surpreenda as pessoas que a vão escutar. Estamos todos cansados de escutar uma oferta do melhor carro do mundo, a roupa mais fantástica, a última tendência da moda. We want the truth, no?
- O Comunicadores de Plantão lista e tipifica advergames. Bacana.
- A propaganda brasileira em 2008 vai continuar aproveitando os massmedia, enquanto Roberto Justus, Nizan Guanaes e Ivete Sangalo enchem as burras de dinheiro. E nós, que estamos fora deste eixo, vamos tentar ganhar dinheiro com quê?
- Ainda não fiz o passeio de catamarã pelo centro do Recife, mas não morrerei sem fazer.
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