Na propaganda atual, no mundo inteiro e mais especificamente em Pernambuco, há um conflito entre o discurso unicamente de vendas e o discurso simbólico. Grandes empresas ainda recusam a anunciar algo diferente do padrão “30-60-90-sem entrada e sem juros”, com ofertas, preço e nome da loja, promoções que nunca acabam e carnavais de oferta. Outras investem em imagem de marca, mas sem ter avaliação dos resultados resultantes. Algumas marcas tornam-se extremamente baratas, sem valor emocional para o consumidor. É comum em agências a diferença gritante entre clientes de varejo e clientes institucionais, quando o ideal seria que um mesmo cliente fizesse os dois tipos de ação, para impulsionar vendar e fortalecer a marca. As concessionárias, supermercados, lojas de eletrônicos e móveis ainda vendem somente baseadas no preço, e isso faz com que, para o público, elas todas tenham o mesmo valor. Não existe fidelidade a uma marca ou outra, mas ao menor preço, o que termina fazendo um leilão para diminuir preços e diminuir qualidade.
Texto de fevereiro de 2005. O que mudou? Discorra.

Related posts:
- Outro pedaço da monografia: denotar x conotar Continuando a série de coisas interessantes que eu achei na...
- Como ganhar dinheiro, fazer propaganda e fazer o bem vendendo ebooks? A Drive Thru RPG é uma livraria virtual de jogos...
- O Google está ensinando às agências de propaganda como trabalhar Encontrado aqui. “Google has spent a lot of time in...
- Onde é melhor pra trabalhar com propaganda, São Paulo ou Barcelona? Eu já mudei bastante de cidades na minha vida, e...
- O Google não faz propaganda. E o SuperBowl foi o quê? Discussão que tá rolando em vários blogs. Também quero dar...
Posts relacionados trazidos a você pelo Yet Another Related Posts Plugin.









It‘s quite in here! Why not leave a response?