Acordei de ressaca, no meio da noite. Fui ao banheiro, bebi água e voltei para a cama.
Das 6 da manhã até o meio dia, quando levantei, alternei dezenas de cochilos com minutos breves desperto, por consequências da mania que Vicente Celestino tem de acordar, passear, voltar e querer entrar novamente embaixo dos cobertores quando descobre que a casa tem a temperatura inferior aos 20 graus.
Estes sonos interrompidos estavam sempre relacionados a sonhos muito estranhos (teve uma cena de perseguição real que se transformou em Mario Kart, mas numa pista que não existe).
Agora estou acordado, já tomei café, e me sento no computador para tentar escrever algo.
Não lembro de quase nada, só que, cada vez que acordava, pensava: preciso escrever isso.