Quando eu nasci, decidiram que meu fado era Alexandre.
E, eternamente, Alexandre de quê, porque há muitos de pia.
E depois, entendi que poucos indivíduos no planeta chegaram a ser donos dos seus.
Alexandre. Cícero. Siddarta, Jesus. Aristóteles. Júlio César.
Números começam a seguir os nomes, e Henrique vira oitavo e Luís, quatorze.
Ainda assim, aparece um Leonardo.
Enquanto meros mortais são nome, sobrenome, profissão e RG.
Alguns, menores, viram donos do sobrenome: Drummond, Kennedy, Gandhi.
Ou batizam os filhos como Rodicleston, e dão um destino completamente diferente à criança.