Parece fúria divina, ou o fim do mundo.
A tensão de esperar a explosão depois de ver o clarão piscar num branco cegante é animalesca, o medo é pré-cortéx, bicho e homem irmãos no destino de esperar, paciente e afoitos, que a eletricidade vá pra outro lado. Completamente subjulgados, humilhados, inúteis.
Se o trovão não é deus, nada é.