Iô-iô.
Uma palavra tão feia para designar um conceito tão bonito, vejam só.
Você pega um cordão, ata ao dedo, como uma aliança. Segura o objeto (acho que o iô-iô é somente o trocinho de madeira ou plástico, não o cordão, mas também pode designar o conjunto, não acham?) e joga.
Depois puxa. Depois joga, depois puxa. Arremessa pros lados, faz piruetas, vai e volta.
Um iô-iô, meus caros, é um caso de amor.
Quantas vezes você vai precisar me empurrar, me puxar, me jogar e me atrair, fazendo malabarismos e piruetas, até se convencer que eu sou um pouco mais que um objeto?