Agora escutem

Posted by tarrask on June 05, 2013 · 1 min read

Sylvia Plath foi uma poetisa inglesa deprimida, que matou-se jovem, retratada pela Gwyeynuhst Paltrow em um filme chatinho lá pelos anos 90, princípios dos 2000.

Quase tudo ou quase nada

Quase tudo ou quase nada Angustiada porque não poderia alcançar todo o seu potencial, já que o potencial humano é infinito. Deprimida porque nunca chegaria a ser tudo o que poderia ser. Matou-se porque a realidade é menor do que o sonho, porque a prática é imperfeita comparada à fantasia dos seus sonhos. E, ao invés de lutar diariamente para transformar sonhos em realidade, rendeu-se aos chatos, aos conservadores, ao universo em contração e seus asseclas. Discordando dela, [Álvaro de Campos](http://www.insite.com.br/art/pessoa/ficcoes/acampos/456.php) dizia: > Não sou nada. > > Nunca serei nada. > > Não posso querer ser nada. > > À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. É difícil não se render, manter-se na luta, evitar o caminho de Sylvia. Mas é a única maneira de continuar tendo, dentro de nós mesmos, todos os sonhos do mundo.