Sylvia Plath foi uma poetisa inglesa deprimida, que matou-se jovem, retratada pela Gwyeynuhst Paltrow em um filme chatinho lá pelos anos 90, princípios dos 2000.
Quase tudo ou quase nada Angustiada porque não poderia alcançar todo o seu potencial, já que o potencial humano é infinito. Deprimida porque nunca chegaria a ser tudo o que poderia ser. Matou-se porque a realidade é menor do que o sonho, porque a prática é imperfeita comparada à fantasia dos seus sonhos. E, ao invés de lutar diariamente para transformar sonhos em realidade, rendeu-se aos chatos, aos conservadores, ao universo em contração e seus asseclas. Discordando dela, [Álvaro de Campos](http://www.insite.com.br/art/pessoa/ficcoes/acampos/456.php) dizia: > Não sou nada. > > Nunca serei nada. > > Não posso querer ser nada. > > À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. É difícil não se render, manter-se na luta, evitar o caminho de Sylvia. Mas é a única maneira de continuar tendo, dentro de nós mesmos, todos os sonhos do mundo.