Clarisse Lispector e qualquer coisa de triste

Posted by tarrask on November 04, 2013 · 1 min read

Grande responsabilidade da solidão. Quem não é perdido não conhece a liberdade e não ama. Quanto a mim, assumo a minha solidão. Que às vezes se extasia como diante de fogos de artifício. Sou só e tenho que viver uma certa glória íntima que na solidão pode se tornar dor. E a dor, silêncio. Guardo o seu nome em segredo. Preciso de segredos para viver.