Fim de relacionamento dos bons é aquele que parece um furacão: deixa tudo virado, quebra tudo, despedaça lembrança, memoria e estrutura. A gente vê o alerta na TV, anunciado pra daqui a quatro dias, e já espera caos e sentimento de perda. Começa a estocar ervilha em lata, pilhas de lanternas e já se imagina tomando banho a luz de velas, no escuro.
Aí você olha jornais velhos: furacão e dor de corno tem todo dia. Sempre tem uma desgraça acontecendo.
Se a desgraça é permanente ou se a gente levanta e diz que não está mais no Kansas, aí só depende de você.