Quase tudo na vida é uma questão de ritmo. De constantemente repetir movimentos e sequências. Tudo é maré, tudo é ciclo, tudo que sobe desce.
O que nos torna humanos é que, sem querer, perdemos o foco, esquecemos do tempo e atravessamos com um choro triste o compasso da bateria.
Quase sempre não fica bonito. Quase nunca é blue note. Normalmente, é só um erro, dos milhões que a gente solta todos os dias.
Ninguém chega a 100%, apesar de tentarmos tanto, de lutarmos tanto, de aprendermos tanto.
Somos quase, e no carnaval é que isso fica mesmo latente. Infelizmente, pra maioria das pessoas, é a única época em que podem estar contentes por serem quem são.