Humores em movimento.
Quando o autor e o papel se tornam um, e o pensamento escorre por músculos, nervos, ondas cerebrais, impulsos elétricos, choque entre pele e plástico, raspar de unhas na tinta impressa no teclado, luz que entra pela pupila, impressiona a retina e volta a se converter em eletricidade, proteínas que reagem formando memórias, células morrem e se reproduzem e criam conexões que não existiam, numa sequência retroalimentada alimentada pelo fosfato da cabeça.
Até que a palavra sai.