Em janeiro, vou postar outro conto pro projeto mentirinhas. Não sei se tem muita gente acompanhando ou mesmo que sabe que a coisa existe.
Esta história está engasgada há uns 3 anos, já. O parágrafo lá embaixo foi um dos primeiros a sair, e está praticamente intacto. Foi bem divertido misturar algumas referências óbvias e outras que absolutamente ninguém vai entender, porque é uma piada interna que só uma pessoa conhece, e eu surpreenderia muita gente se dissesse que escrevi uma piada pra ela.
Mas o bom mesmo é que eu acho graça na história, pô. É sinal de saúde mental quase perfeita.
Cara compungida, silêncio solene, olhares de soslaio de tias velhas repreendendo o acompanhante do neto enlutado, que soluçava encostado no ombro de Marcos. Este, observava, pensava na inexorabilidade da morte, na inevitabilidade do julgamento familiar e na insuportável leveza do ser.