Morto por morto, prefiro Kurt Cobain a Steve Jobs

Toda vez que eu sincronizo o iPod, ele apaga todas as músicas e não sincroniza mais.

É mais: depois de resetar, fazer backups e o raio aquático, pra tentar ter as músicas comigo no meio da rua (porque, veja bem, se eu quiser streaming, é só usar o Google Play, grátis, fácil e simples), ele trava SEMPRE QUE CHEGA A HORA DE SUBIR AS MÚSICAS DO NIRVANA. Tá, entendo que tenha gente que não goste, mas não tá certo que o meu iPod, sem explicação nenhuma, resolva ter gostos. WTF, véi. Baixe seu facho, seu gadget de merda.

Sei que o mundo está dividido em macfags e haters, mas eu não gosto de estar em nenhum dos dois lados. Meus gadgets do dia a dia são equilibrados, dois pra lá e dois pra cá, apesar dos computadores serem todos Apple há anos. Mas, de boua, os únicos que não falham são os computadores. E estes não podem ser substituídos, porque os modelos mais novos são inferiores (é, sem upgrades de RAM, chips soldados, frescuras do Tim Cook pra tirar mais dinheiro do usuário), e usam sistemas operativos mais novos (e piores, skeuemorphic design e suputamadre).

Em conversas com os meus nerds favoritos, ninguém cansa de lembrar que a Apple cada vez mais lembra a Microsoft, e, bem, em 1995 Bill Gates era um cara cool, herói e gente boa.

Pra mim, deu. A Apple (500 dólares por ação, -200 do topo há algum tempo) deixou de querer mudar o mundo, agora está simplesmente vendendo água com açúcar.

Podem enfiar o iPhone mais barato e a nova televisão revolucionária em qualquer lugar. You’re not hungry, you’re not foolish anymore.

 

 

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