Suicídio em redes sociais

Há um tempo, eu desisti de acompanhar a sério o twitter. Fiz o chamado twittercídio – suicídio de twitter. Não é que tenha abandonado, continuo me comunicando (quase sempre por DM) lá, e publicando conteúdo, mas não fico mais naquele clima de puxar conversa, lendo o que os outros estão fazendo, que tipo de frapuccino estão tomando ou em que starbucks estão fazendo reuniões com clientes.

Para mim, serve para receber mensages diretas e atualizações de gente que mora perto (algo que, passo a passo, está sendo substituído pelo Foursquare). Para conversas longas, o blog e o gtalk. Para compartilhar links, continuo preferindo o delicious e o google shared links.

Gaivota

Um passarinho que não é o twitter

Aí, depois encontrei uma ferramenta fantástica para estas épocas de excesso de tempo em redes sociais: a Máquina de Suicídios do Twitter. Você clica, escolhe a rede, dá login e senha, e a máquina vai lá e apaga tudo.

Pessoalmente, eu não apago perfis velhos (ainda tenho orkut, last.fm, MSN e hotmail, num limbo e abandono que eu quase tenho pena). Deixo lá, com contatos atualizados, pra que, se alguém resolver me encontrar, que venha às redes novas. Ou mande um email, que esta é a única rede social perene na internet.

Nós precisamos de filtros, de limites nas redes sociais
Cada dia recebemos mais informação, e a tecnologia avança para evitar que recebamos tanta. Plugins que impedem banners foram o primeiro passo. Daqui a algum tempo, veremos plugins em navegadores ou clientes de twitter ou etc que filtrem palavras, conceitos ou conteúdos. Já imaginaram poder filtrar o BBB, as chatíssimas discussões Dilma x Serra ou notícias sobre a liga de vôlei da Birmânia, não só do seu navegador, mas da sua vida inteira?

Ao invés de suicídio em uma rede social, nós poderíamos matar um assunto, tema ou palavra-chave.

Ok, é uma visão utópica. Mas um dia chega.

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