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Muito bacana esta representação do que vai ser o mundo no futuro. Imaginam viver com esta interface? Bônus para a garota de ipanema na trilha sonora.

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Rede de audiências
Já começa-se a falar no conceito de redes de audiências, que seria um grupo de pessoas que assiste um determinado conteúdo, mas não necessariamente em um canal. O pessoal que vê o Faustão é audiência. A galera que vê BBB na internet, no twitter, na tv a cabo e compartilha vídeos no YouTube seria uma rede.

Qual é a vantagem? Qual a desvantagem?
Vejam, por exemplo, o caso de Lost. A história é contada, principalmente, em episódios na televisão. Mas a produtora, os realizadores, ganham dinheiro através de muitos canais, e por isso também produzem conteúdo para todos eles. Há coisas em sites, bonecos, gibi, livros, etc. Eles entenderam que o público não está preso ao veículo, logo, a história deles não precisa estar presa.

O problema deste novo tipo de conteúdo é a dispersão. Eu adoro Lost, mas não tenho tempo de ficar jogando todo ARG que os caras criam. Nem de comprar gibis, ou discutir em fóruns online. Dependendo do conteúdo, ou da marca, ou do objetivo dos criadores, poderia não ser público-alvo. Além disso, é muito mais caro e trabalhoso criar conteúdos interligados em muitas redes de audiência do que simplesmente seguir um roteiro de televisão, desses que há milhões de formas de fazer.

Nem toda rede de audiências é planejada
Ou 100% planejada. O grande problema de lidar com massas de pessoas que podem escolher à hora que quiserem participar ou não da interação com a sua marca ou campanha é que é praticamente impossível saber se vão visitar o seu site, reenviá-lo a um amigo ou mesmo falar mal. Por isso, é importante um grande conhecimento em psicologia e demografia, para entender o público, e principalmente, sorte.

Onde eu compro uma rede de audiências para mim?
Este é o grande problema: estas redes são fragmentadas de acordo com os interesses das pessoas. Não existe, nem nunca mais existirá, um programa tão massivo e forte como um jornal da noite, com as notícias do dia, do jeito que acontecia dos anos 60 a 90. O público tenderá a receber as informações cada vez mais fragmentadas temporalmente.

O que vai unir estes públicos é uma só coisa: conteúdo. No caso de Lost, é a história, o mistério, a maneira de contar, que une todo o público. Em um MMORPG, é a possibilidade de estarem todos jogando ao mesmo tempo na hora que queiram. Mas não adiantará copiar a estrutura. Será necessário criar uma história no mínimo tão interessante quanto a concorrência, para que a sua marca tenha uma rede de audiências forte.

Para isso, é bom contar com bons contadores de histórias.

Achei o link via @vivianf.
O pessoal da Thecoolhunter.net está lançando um novo tipo de agência, cuja função é pensar ideias estratégicas para gerar experiências offline. Bem diferente da modinha do flashmob e de fazer ações só pra sair no jornal, por um detalhe: um conceito por trás, que reforça o conteúdo da marca.
Como exemplo, eles [...]

Re-re-mudança de planos: diga ao povo que eu fico em Barcelona

É isso, galera. Aos 42 e meio do segundo-tempo, na semana que eu ia fechar a compra da passagem pra voltar, no meio da viagem a Madri para terminar de resolver minhas pendências legais com os diplomas que eu consegui durante a odisséia espanhola, eu recebo a ligação de um antigo colega da pós, me [...]

Universal Everything Reel / 2010 from Universal Everything on Vimeo.


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